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Magnésio para enxaqueca: um guia sobre dosagem e tipos para prevenção e alívio

<H1>Magnésio para enxaqueca: um guia sobre dosagem e tipos para prevenção e alívio<H1>

O magnésio para enxaqueca é cada vez mais treinado e recomendado como parte da prevenção e do controle das crises.

Isso acontece porque ele atua no sistema nervoso, ajudando a regular os neurotransmissores que influenciam a resposta à dor.

Além disso, esse mineral participa de processos que reduzem a frequência e a intensidade das crises.

Então continue conosco para entender as funções do magnésio para enxaqueca, e tenha um guia sobre dosagem e seus tipos para prevenção e interrupção!

Relação entre magnésio e enxaqueca: como o mineral atua no sistema nervoso

A enxaqueca é uma condição neurológica crônica e multifatorial, na qual o magnésio desempenha um papel importante nesse cenário.

Isso porque ele ajuda a equilibrar neurotransmissores como a serotonina, a dopamina e a ocitocina, que influenciam o humor, a sensação de dor e a percepção de prazer.

Além disso, o magnésio deve ser destacado como NMDA. Quando hiperativos, eles provocam estímulos excessivos e desencadeiam crises de enxaqueca.

Outra ação relevante do magnésio é a liberação de óxido nítrico, uma substância vasodilatadora que melhora o fluxo sanguíneo cerebral. Com isso, ele alivia a pressão e reduz o desconforto típico da doença.

Por isso, estudos apontam que pessoas com enxaqueca crônica costumam apresentar níveis mais baixos de magnésio no organismo.

O que fortalece a hipótese de que uma seleção adequada deste mineral pode contribuir de maneira significativa para a prevenção de crises.

Deficiência de magnésio e predisposição a enxaquecas

Mesmo que a enxaqueca tenha origem genética e fatores ambientais como estresse, sono irregular e má alimentação sejam gatilhos importantes, a falta de magnésio pode potencializar a frequência e a intensidade dos episódios.

Isso porque, quando os níveis deste mineral são insuficientes, a comunicação entre os neurônios fica prejudicada. O que aumenta a excitabilidade cerebral.

Dessa forma, quem tem predisposição genética ou já sofre com enxaqueca pode apresentar piora das crises ao longo do tempo.

É por isso que médicos e nutricionistas costumam avaliar a suplementação de magnésio como parte do tratamento.

Mas, claro, sempre associada a mudanças de estilo de vida e ao controle dos fatores desencadeantes.

Tipos de magnésio mais indicados para prevenção e ruptura

Hoje existem diferentes formas de magnésio disponíveis, e cada uma delas pode oferecer benefícios específicos.

O citrato, por exemplo, é bastante utilizado para quem sofre de prisão de ventre, já que ajuda a melhorar o trânsito intestinal.

O bisglicinato, por sua vez, é uma boa escolha tanto para modificação de magnésio de forma geral quanto para quem lida com ansiedade, estresse ou insônia, pois sua absorção é elevada e ele exerce efeito calmante.

Já o treonato é conhecido por ultrapassar a barreira hematoencefálica, atuando no cérebro e favorecendo memória, concentração e foco.

Por outro lado, o dimalato costuma ser recomendado para pessoas que lidam com fadiga e dores musculares.

Enquanto o taurato pode ter efeito positivo entre atletas e praticantes de exercícios intensos, pois auxilia na recuperação energética.

Por fim, há também o cloreto de magnésio, que é acessível e utilizado de forma geral, embora seja mais propenso a causar desconfortos gastrointestinais como diarreia ou náuseas.

No caso da enxaqueca, as melhores opções são os magnésios quelados, como o bisglicinato, dimalato, taurato e treonato, que se destacam por apresentar maior concentração e biodisponibilidade.

Evidências científicas sobre eficácia do magnésio na enxaqueca

Pesquisas científicas mostram que a suplementação de magnésio pode reduzir tanto a intensidade quanto a frequência das crises em pessoas com enxaqueca crônica.

Isso porque doses diárias inadequadas favorecem o equilíbrio neuronal, peculiarmente os episódios em pacientes que antes conviviam com dores incapacitantes.

Contudo, embora os resultados sejam animadores, é fundamental destacar que a resposta ao tratamento pode variar.

Em alguns casos, os efeitos aparecem após semanas de uso contínuo, já que o corpo precisa de tempo para restabelecer os níveis adequados do mineral.

Assim, é sempre recomendada uma avaliação médica ou nutricional para que o uso seja individualizado e seguro.

Dosagem segura e recomendações de uso

A ingestão diária de magnésio varia de acordo com a idade, o sexo e as necessidades específicas de cada pessoa.

Para adultos, a recomendação geral é de cerca de 320 mg por dia para mulheres e 420 mg para homens.

Em geral, esses detalhes podem ser obtidos por meio da alimentação, mas em muitos casos a suplementação é necessária para garantir o esporte ideal.

Entretanto, é essencial respeitar a dose indicada por um profissional de saúde, já que o excesso pode provocar efeitos adversos, como diarreia, cólicas e náuseas.

Além disso, o acompanhamento clínico permite avaliar se o suplemento está realmente contribuindo para a redução das crises e é preciso ajustar o tipo ou a dosagem.

Mão segurando pote de Magnésio Quelato Trio

Alimentos ricos em magnésio e suplementação como estratégias complementares

Embora os suplementos sejam uma boa alternativa, é importante lembrar que a alimentação deve ser a principal fonte de magnésio.

Neste caso, as fontes alimentares são vegetais verdes-escuros, como espinafre e couve, sementes, oleaginosas, feijões, lentilhas, grão-de-bico, abacate e cereais integrais.

Por outro lado, nem sempre a alimentação consegue suprir todas as necessidades, principalmente em pessoas com maior demanda, atletas, indivíduos sob estresse constante ou com problemas de absorção intestinal.

Nesses casos, a suplementação se torna um recurso importante para atingir os níveis adequados e garantir a eficácia no controle da enxaqueca.

Quando usar magnésio para enxaqueca?

O magnésio pode ser utilizado tanto na prevenção quanto no rompimento das crises de enxaqueca.

Na prevenção, ele é indicado para pessoas que apresentam episódios ocasionais, pois ajuda a reduzir a intensidade e a quantidade das crises ao longo do tempo.

Além disso, o magnésio também pode ser uma alternativa para quem não tolera bem os medicamentos tradicionais ou deseja estratégias complementares de tratamento.

Durante as crises, embora o magnésio não funcione como analgésico imediato, ele pode contribuir para amenizar sintomas associados, como náuseas, sensibilidade à luz e aura visual.

Referências

BARBAGALLO, M.; VERONESE, N.; DOMINGUEZ, LJ Magnésio no Envelhecimento, Saúde e Doenças . Nutrientes . Palermo, Itália, v. 463, pág. 1-20, 2021.

CARVALHO, SML et al . Aumento da ingestão de magnésio na dieta associada à redução da dor crônica: Uma revisão sistemática . Anais da Faculdade de Medicina de Olinda . 2, n. 2, pág. 1-45, 2019.

LARA, JN et al . A INFLUÊNCIA DA BAIXA CONCENTRAÇÃO DE MAGNÉSIO EM DISTÚRBIOS NEUROLÓGICOS COMO A EPILEPSIA E ENXAQUECA . Revista Multidisciplinar De Educação E Meio Ambiente . 2, n. 2, pág. 94, 2021.