
“O Ano Novo Chinês nos lembra que todo novo ciclo é uma oportunidade real de recomeçar, fortalecer laços e construir um futuro melhor.”
Dr. Milton Ferreira
O Ano Novo Chinês nos convida a parar e olhar para dentro, lembrando que cada ciclo que se inicia traz consigo a chance de renovar energias, reforçar conexões e reescrever nossa história.
É um momento de reflexão sobre o que queremos cultivar em nossas vidas e em nossas relações, transformando intenções em ações concretas.
Assim como a tradição chinesa celebra a passagem e o recomeço, nós também podemos abraçar a oportunidade de construir um futuro mais consciente, equilibrado e cheio de significado.
Exagerou no Carnaval? Veja 6 orientações para retomar a rotina
SOMOS O QUE COMEMOSApós o Carnaval, os excessos de álcool e alimentos gordurosos costumam deixar efeitos como dor de cabeça, fadiga, enjoo, azia e desidratação. O álcool sobrecarrega o fígado, aumenta a inflamação no organismo e prejudica a absorção de nutrientes.
Entre os sintomas mais comuns estão boca seca, irritabilidade, dificuldade de concentração e alterações intestinais. Para acelerar a recuperação, é essencial reforçar a hidratação com reposição de eletrólitos e priorizar alimentos leves, evitando frituras, ultraprocessados, excesso de açúcar e longos períodos em jejum.
Com descanso adequado, sono de qualidade e interrupção do consumo de álcool, o organismo tende a se recuperar em três a cinco dias. No entanto, se houver sinais mais graves, como vômitos persistentes ou desidratação intensa, é fundamental buscar atendimento médico.
Ultramaratonas e o impacto silencioso no seu corpo
UP: MOVIMENTO EM FOCO
A pesquisa analisou 23 corredores que participaram de provas de 40 km e 171 km, coletando sangue antes e depois das corridas. O estudo encontrou dois tipos de danos: mecânicos, causados pelo esforço intenso do corpo, e moleculares, ligados à inflamação e ao estresse oxidativo.
Ainda não se sabe quanto tempo o corpo leva para se recuperar ou se esses danos trazem problemas a longo prazo. A pesquisa não desaconselha correr, mas alerta que provas extremas exigem cuidado, descanso, alimentação adequada e estratégias para recuperar o corpo após o esforço.
Aceitar uma visão oposta exige esforço, porque o cérebro precisa lidar com ideias conflitantes e decidir se alguma delas deve mudar. Além disso, nossas crenças estão ligadas ao senso de pertencimento a grupos, e mudar de perspectiva pode gerar medo de rejeição social.
A boa notícia é que podemos treinar a escuta. Práticas como mindfulness e exercícios de regulação emocional ajudam a reduzir a reatividade automática, permitindo observar opiniões divergentes com mais calma.
Um estudo mostrou que corridas muito longas, como ultramaratonas, podem danificar os glóbulos vermelhos, que são as células do sangue responsáveis por levar oxigênio ao corpo. Esses danos deixam as células menos flexíveis, dificultando a circulação e o transporte de oxigênio, e ficam mais fortes quanto maior a distância da corrida.
A pesquisa analisou 23 corredores que participaram de provas de 40 km e 171 km, coletando sangue antes e depois das corridas. O estudo encontrou dois tipos de danos: mecânicos, causados pelo esforço intenso do corpo, e moleculares, ligados à inflamação e ao estresse oxidativo.
Ainda não se sabe quanto tempo o corpo leva para se recuperar ou se esses danos trazem problemas a longo prazo. A pesquisa não desaconselha correr, mas alerta que provas extremas exigem cuidado, descanso, alimentação adequada e estratégias para recuperar o corpo após o esforço.
Cérebro aberto: como ouvir opiniões diferentes
NAVEGANDO NAS ÁGUAS DA CIÊNCIA
NAVEGANDO NAS ÁGUAS DA CIÊNCIA
Quando ouvimos uma opinião diferente da nossa, o cérebro reage antes de avaliar os argumentos. Áreas ligadas à percepção de ameaça e ao desconforto, como o córtex cingulado anterior, a amígdala e a ínsula, são ativadas.
Aceitar uma visão oposta exige esforço, porque o cérebro precisa lidar com ideias conflitantes e decidir se alguma delas deve mudar. Além disso, nossas crenças estão ligadas ao senso de pertencimento a grupos, e mudar de perspectiva pode gerar medo de rejeição social.
A boa notícia é que podemos treinar a escuta. Práticas como mindfulness e exercícios de regulação emocional ajudam a reduzir a reatividade automática, permitindo observar opiniões divergentes com mais calma.
Fonte: https://g1.globo.com/saude/noticia/2026/02/19/o-que-acontece-no-cerebro-quando-ouvimos-opinioes-diferentes-e-como-treinar-nossa-capacidade-de-escuta.ghtml
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